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Paulo José da Costa é livreiro e ex-funcionário do Banco do Brasil.   Considera-se um garimpador da memória, procurando nos sótãos e porões as fotos antigas, postais, cartas, diários com que alimenta sua paixão que tem foco no cotidiano.  Pesquisador de história da música e do cinema, postando raridades no youtube.  Mantém enorme acervo de cds, dvds, fitas, vinil, discos de rádio, 16 polegadas, 10 polegadas, compactos e o escambau. Ex-libris, filmes antigos, gravuras, affiches, cartas, jornais antigos, albuns de família, postais, a lista é grande. Sempre procurando mais. Tem quatro blogs e desenvolve projeto de livro sobre o cotidiano paranaense através das fotos de família entre 1870/1960. Mantém arquivo de memória paranaense e catarinense.

25 September 2016

FOTOGRAFIAS DE CARLOS NISSEN - PARANÁ E SANTA CATARINA - ANOS 1920


                       Encontrei um lote de negativos de vidro atribuídos a CARLOS NISSEN. São dos anos             1920 e gostaria de ter mais informações sobre o fotógrafo. Quem souber algo por favor me                 contate.  Algumas das fotos são claramente de localidades de Santa Catarina. ens


           Imagens com direitos. Só permito o uso mediante citação expressa da fonte.

















































































































SALTO GRANDE EM CORUPÁ, SANTA CATARINA





SALTO GRANDE EM CORUPÁ, SANTA CATARINA



























Casa à rua Comendador Araújo, 970, em Curitiba. Pertencia à família do Dr. Carlos Heller e sua esposa Anna Hoffmann Heller


































12 September 2016

QUANDO LEMINSKI GANHOU O PRÊMIO DE POESIA EM 1966...































O VENCEDOR DO SEGUNDO LUGAR FOI ANTENOR DE BARROS LEITE FILHO






   O TERCEIRO PRÊMIO COUBE À JORNALISTA ROSY DE SÁ CARDOSO





29 May 2016

A ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE PIRAQUARA EM 1924


                         




                            Encontrei este registro em um velho álbum de fotografias de família.
                            Gosto demais de albuns de familia porque trazem imagens do cotidiano normalmente não tomadas por fotógrafos profissionais, preocupados em "vistas" oficiais para cartões postais, com exceções é claro.  
                            O fotógrafo amador é Haroldo Brenner, o ano 1924.
                            O edifício da estação já sumiu na poeira do tempo, como quase todas as estações do Brasil, demolidas ou abandonadas à ação de vândalos por imperdoável omissão criminosa das autoridades do país. . O prédio da direita ainda existe. Como gosto sempre de fazer, providenciei uns detalhes para explorar a foto. Um abraço a todos os amantes das ferrovias e das velhas fotografias e histórias. Agradeço por qualquer informação que possa enriquecer a postagem.
                           



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Copyright Paulo José da Costa 2016
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                       A FOTO EM TAMANHO GIGANTE