As fotografias da edição primeira do livro " O Paraná na Guerra do Paraguai"
da editora de Dicesar Plaisant (1940), do nosso historiador maior, estão aqui reproduzidas para que ganhem a necessária divulgação e se perpetuem. O lançamento foi feito em papel muito ruim, em virtude da segunda guerra mundial. No Rio de Janeiro, no mesmo ano, saiu uma edição da Biblioteca Militar, vol XXIX, mas não trazia fotografias. A reedição de 1995, do Farol do Saber, da Prefei-tura Municipal de Curitiba, por ser econômica, compreensivamente também não trouxe as fotografias. Então seguem as imagens, da melhor maneira que consegui reproduzir, dentro de meus parcos recursos. Mas acho que estão dignas da apreciação. Agradeço por informações adicionais,inclusive sobre o destino desse material, que possivelmente era do Museu David Carneiro, e hoje não sei onde se encontra. Talvez estejam no Museu Paranaense, para onde boa parte do primitivo museu foi transferida após seu desmanche.
Paulo José da Costa
07.11.2020































Você roubou as coisas do CAFAR junto com a Nátalie Tavares Delgado e a Luiza Moreaux Mattos, depois que o vídeo que a Luiza postou no Instagram, viralizou no X (antigo Twitter):
ResponderExcluirhttps://x.com/Anonimofarmacia/status/1999918231201677383
Você foi expulsa do CAFAR junto com a Natalie Tavares Delgado e a Luiza Moreaux Mattos:
https://www.instagram.com/cafarufrj/p/DSaUfiRkR7v/
Expulsão não é o suficiente, vocês deveriam ser presas pelo roubo e serem expulsas da UFRJ.
Você já foi expulsa da LACFORENSE e do Laboratório de Análises Avançadas em Bioquímica e Biologia Molecular (LAABBM) porque também roubou as coisas lá.
A Aline não deve saber que você é uma ladra para te aceitar no projeto de extensão Tá na Hora de Tomar o Remédio, quando as coisas começarem a sumir no projeto de extensão, já sabem até quem foi.
Se vocês três morassem aqui na rua, os traficantes já teriam mandado vocês subirem até a boca de fumo, aqui na minha rua os traficantes mandam as ladras subirem para a boca de fumo, aqui na minha rua funciona um ferro velho clandestino que vende material para os traficantes fazerem barricadas.
Como vocês estudam na UFRJ, a coordenação da farmácia fecha os olhos para você ter roubado as coisas do CAFAR.