12 maio 2017

UMA VIAGEM DE JOINVILLE A CURITYBA EM 1938


                     Álbuns de família, como sempre revelando preciosidades. Estas imagens, por exemplo, estavam nos guardados de Ludwig Seyer, o filho, músico longevo que viveu em Joinville nos anos 30 e depois radicou-se em Curitiba.  Seu pai, seu homônimo, era maestro e um dos líderes da comunidade musical curitibana. O filho, multi-instrumentista, violoncelista, pianista, violista, arranjador, compositor, gostava de fotografar e deixou mais de 50 cadernos de diários manuscritos - em alemão gótico, naturalmente (estou disponibilizando esse material aos poucos no blog "http://osdiariosdeludwigseyer.blogspot.com.br/" ). Ludwig , o filho, que faleceu em 2009 quase centenário, era vegetariano e nos seus diários lemos muito sobre seus hábitos alimentares e suas caminhadas e passeios de bicicleta pelos arredores de Joinville, pelas praias lindas daquela época.
                      Nestas fotos vemos cenas de uma viagem de Joinville a Curitiba no dia 12.12.1938, em ônibus da companhia Auto-Viação Cometa, de Blumenau.  Resolvi postar aqui no blog porque o amigo Wilson R.Degressi Miccoli me asseverou que são as únicas fotografias conhecidas de um veículo da citada companhia, que desapareceu em meados dos anos 1960.

                       Seguem então as imagens que espero sejam de proveito geral.

CLIQUE NA IMAGEM DUAS VEZES E VEJA EM TAMANHO GRANDE


copyright Paulo José da Costa, 2019
autorizo o uso mediante expressa citação do blog.

























03 março 2017

4 VISTAS DE SÃO PAULO, 1865, DE MILITÃO AUGUSTO DE AZEVEDO, TALVEZ INÉDITAS




                           Nas minhas andanças pelas casas de Curitiba às vezes encontro coisas inesperadas. Ontem eu adquiri de gente simpática e generosa um lote de vidros com diapositivos, negativos, fotos em papel, stereos e uma coleção enorme de cartas, que ainda serão objeto de deliciosa análise e possivelmente parcial publicação. Mas hoje quero mostrar essas 4 vistas do Militão Augusto de Azevedo, o mais importante fotógrafo paulista (infelizmente os curitibanos só tiveram seus fotógrafos cronistas da paisagem urbana só a partir do inicio do século XX, imagino o que seria um Militão entre nós).  


                              A PRIMEIRA FOTO - A VÁRZEA DO CARMO EM 1865

                               A várzea do Carmo, com a Igreja de São Bento,  ficava onde hoje é o parque D.Pedro II, todos passavam por ali, à beira do rio Tamanduateí, principalmente os que vinham do Rio de Janeiro.  A foto foi batida da encosta do pátio do Colégio em 1865.   Militão já havia batido uma foto desse mesmo local, mas em ângulo diferente, imagem essa que passou a constar do seu primeiro Album Comparativo da Cidade de São Paulo. Talvez essa imagem abaixo tenha sido batida no mesmo dia, nunca saberemos.





Várzea do Carmo, São Paulo, 1865. Stereo de Militão Augusto de Azevedo, acervo de Paulo José da Costa. 



Várzea do Carmo, São Paulo, 1865, imagem de Militão de Azevedo, acervo de Paulo José da Costa 




                                      A SEGUNDA IMAGEM - A IGREJA DA SÉ



                               Existe uma imagem quase igual a essa no Álbum Comemorativo. Esta aqui do
blog, entretanto, mostra uma caleça, ou mais provavelmente um tílburi, pois tem apenas um cavalo, dando uma movimentação à rua. Na que está no Album, não há ninguém na paisagem urbana.





Igreja da Sé, 1865, stereo de Militão de Azevedo, acervo de Paulo José da Costa.





Igreja da Sé, 1865, foto de Militão Augusto de Azevedo, acervo de Paulo José da Costa 



detalhe do largo da Sé, Militão Augusto de Azevedo, 1865 acervo de Paulo José da Costa




                                    A TERCEIRA IMAGEM - O JARDIM DA LUZ


Jardim da Luz, 1865 stereo de Militão Augusto de Azevedo, acervo Paulo José da Costa. 


Jardim da Luz, 1865 foto de Militão Augusto de Azevedo



                            A QUARTA IMAGEM - O LARGO DO OUVIDOR, 1865


                           Largo do São Francisco, com a Igreja e o convento, 1865. Existem duas ou três outras tomadas dessa região, uma delas de 1860, mas todas diferentes. Essa parece ser a mais próxima da Igreja, pois o casarão à direita aparece apenas com 4 janelões e nos demais registros o edifício aparece inteiro.    Os transeuntes também, obviamente, são outros.


Largo do Ouvidor, 1865 - Stereo de Militão Augusto de Azevedo, acervo de Paulo José da Costa. 





Largo do Ouvidor, 1865, foto de Militão Augusto de Azevedo, acervo de Paulo José da Costa. 



copyright 3 de março de 2017.
Paulo José da Costa.
compro e troco fotografias antigas
procuro material do Paraná e Santa Catarina
inclusive álbuns de família.
41 988050624

02 janeiro 2017

O FIM DA OFICINA DE MÚSICA DE CURITIBA, UM DESASTRE EDUCACIONAL E CULTURAL


                            A cidade de Curitiba, no Brasil, inicia o ano de 2017 com um novo prefeito que, mesmo antes de assumir, já anunciou o fim de uma Oficina de Música que permanecia por 34 anos, todo mês de janeiro.  Era um evento destinado ao ensino da música para jovens (cerca de 2000 alunos inscritos) e formação de platéia.  Essa grande festa da cultura e do ensino da música vinha de uma tradição antiga, dos anos 60, dos antigos Festivais Internacionais de Música do Paraná. Agora tudo se acabou, rompeu-se a continuidade.
                            O novo alcaide sempre se destacou pela suas atividades culturais, escritor de crônicas, criador de monumentos, erector, na primeira vez que foi prefeito, vinte e cinco anos atrás,  dos simbólicos "faróis do saber", que pretendiam jogar a luz da sabedoria através de bibliotecas e atividades nos bairros onde se localizavam...
                            Donde a grande surpresa da comunidade intelectual e cultural da cidade com a medida que tomou e, mais ainda, pela justificativa apresentada:  usar o dinheiro para compra de aspirina, "microporus", merthiolate, gaze nos postos de saúde da cidade (disse exatamente isso em entrevista à Tv Bandeirantes).
                             O meio musical brasileiro, estupefato, nada pode fazer contra a vontade férrea desse homem que elegeu a música para propagação de uma ideia demagógica e populista, a da saúde ser mais importante do que "as pavanas".
                             Nessa mesma entrevista que deu à TV Bandeirantes, sugere que os músicos devem "renunciar aos seus cachês" para ajudar os doentes nos hospitais.  Nem vou entrar na questão dos valores simbólicos recebidos por esses professores que usam suas férias de janeiro para dar aulas de modo generoso a jovens ávidos. O fato aqui é o profundo descaso perpetrado contra uma classe historicamente abandonada e negligenciada. Historicamente o musicista sempre foi maltratado, desprezado, e quase sempre só lembrado pelas nossas autoridades nas cerimônias de posse ou para inaugurações e eventos do poder. Raros são os gestores  que reconhecem a música como atividade vital na educação.  A frase de Platão  de que "a música é um instrumento educacional mais potente do que qualquer outro/'  é desconhecida ou recebida com desdém pela gente que dirige nossa vida educacional e cultural. O sr, Rafael Greca além de se mostrar totalmente equivocado com relação a isso,  mostra profundo preconceito com relação à classe musical. Também ao falar com ênfase que a "cultura tem de ser preferencialmente de formação de platéia" revela um distanciamento enorme e triste do verdadeiro papel do ensino da música para as pessoas, revela um profundo desconhecimento do papel da Oficina de Música para os 2000 jovens que viriam a Curitiba neste mês de janeiro de 2017, pois a Oficina é eminentemente  EDUCACIONAL, INCLUSIVA, MOTIVACIONAL.
                                  A Oficina de Música de Curitiba era um enorme celeiro de formação de pessoas para o exercício de um ofício.  Isso, num país de crônica crise social, de abandono dos jovens, de desvirtuamento dos caminhos de vida, era um bálsamo para as famílias e para os jovens que aqui vinham se formar, e uma enorme satisfação para os mestres que os ensinavam.  Que triste frase a do Sr. Rafael ao dizer que os músicos deveriam destinar seus cachês para a saúde ! Pois não estão eles a ensinar os jovens, a curá-los no espírito, preparando-os para o exercício da cidadania ? Que visão equivocada a desse gestor que mistura tudo e joga a população contra professores de música e alunos!
                                 Teremos um mês de janeiro triste como nunca se viu nessa Curitiba da Luz dos Pinhais. A luz andará escondida pois os acordes dos professores e alunos da Oficina de Música foram silenciados.    

                                     "A presença da música na educação auxilia desde a socialização às habilidades linguísticas e lógicas-matemáticas. E, que ao estimular a sentimentos, memória e a inteligência, relacionando-as ainda com ao desenvolver do próprio educando, favorece a construção de um cidadão mais consciente de si e de seu papel no mundo, mais humano, mas participativo."


A ENTREVISTA NA REDE BANDEIRANTES



28 dezembro 2016

CINCO PANORÂMICAS DE FLORIANÓPOLIS ANTIGA

       Não tenho informações sobre o autor dessas fotos. Mas devo dvulgá-las por sua beleza e riqueza de informações para a memória da antiga N.S. do Desterro, hoje Florianópolis, ou como gosta o povo de lá, simplesmente "Floripa".
        Agradeço a quem  porventura tiver informações sobre autoria, datas, etc.
         Bom proveito.


CLIQUE NA FOTO PARA AUMENTÁ-LA.
CLIQUE DE NOVO E VEJA-A AINDA MAIOR.


copyright 2016 Paulo José da Costa
autorizado o uso mediante citação da fonte.































10 dezembro 2016

O LARGO DO ROSÁRIO EM CURITIBA EM DIA DE FESTA, EM 1904



                            A Igreja do Rosário, a Igreja dos Pretos de São Benedito , em dia festivo no início do século XX. A data ainda precisa ser apurada com exatidão, mas calculo 1905, 1906.  O detalhe importante nesse registro é que o fotógrafo usou a técnica da pintura no negativo para dar cores à cena.    
                             Essa imagem é preciosa porque além de mostrar a cena urbana, mostra um dia do cotidiano daquela gente que se perdeu na poeira do tempo. É uma janela única para podermos entrar na vida de nossos antepassados. Todos já se foram e essa cena mágica nos traz de volta um centésimo de segundo de sua vida naquele dia de festa.  Podemos imaginar, até mesmo ouvir o bulício do povo que vai atrás dos sacerdotes para descer a rua em direção talvez da catedral.  E que dizer das pessoas que estão apreciando o movimento do alto das sacadas ? E a menina que, única, descobriu o fotógrafo e esqueceu a procissão...



copyright C Paulo José da Costa 2016
permite-se o uso das imagens mediante citação expressa da fonte
caso precise de uma foto sem o selo de marca, para um livro,
escreva para paulodafigaro@hotmail.com que lhe envio uma graciosamente. 
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                              O menino carregando o cesto...









             




















    a menina foi a única a notar a presença do fotógrafo... a única a não olhar a procissão...







              O CARTÃO POSTAL EM TODA A SUA MAGNITUDE.





                               JUNTANDO COM ESTE POSTAL, TEREMOS UMA PANORÂMICA DO                                                          LARGO DO ROSÁRIO NO ANO DE 1904.




            Como coroação desta postagem, vai a junção das duas imagens do largo do Rosário, feita pelo nobre amigo Marcos Nogueira, que gentilmente me repassou. Aproveitem:




copyright C Paulo José da Costa 2016
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02 dezembro 2016

SÃO MATHEUS DO SUL EM 1909, EM FOTO DE LUÍS BIANCHI



                  Esta imagem preciosa e única foi-me presenteada há muitos anos pela professora Pórcia dos Guimarães Alves quem, dentre muitas outras virtudes, zelou pelo acervo bibliográfico, cartográfico, filatélico e fotográfico de seu pai. Já tive oportunidade de postar aqui no blog imagens inéditas de Orestes Augusto Alves, o pai de Pórcia, mas desta vez, apesar do carimbo com seu nome no verso da foto, há uma inicial na própria imagem que revela o nome do fotógrafo que registrou a cidade de São Mateus do Sul em 1909.
                   A marca quase imperceptível, embaixo, à esquerda, com as iniciais "LB" nos leva com certeza quase absoluta ao argentino Luís Bianchi que nesse ano andava pela região.  Em 1910 ele já estava em Ponta Grossa, com sua esposa, onde criou o seu estúdio que existiu por quase 100 anos,passando ao seu filho Rauly Bianchi e depois ao seu neto Raul Bianchi, que era meu conterrâneo e amigo pessoal.   Nos anos 1970 eu adverti o Raul sobre a importância do acervo que ele possuía, com milhares de negativos de vidro que se amontoavam numa garagem cheia de goteiras. Lembro-me que entrei em pânico quando vi aquelas pilhas de caixas com preciosas imagens desde 1907 e que estavam se estragando com a umidade. Acho que meus apelos sensibilizaram o Raul porque ele passou a cuidar melhor do arquivo, tirou-o da garagem e depois vendeu-o para a municipalidade, em raro momento de descortino e iluminação de uma prefeitura de cidade pequena.
                   
                                  " Luís Bianchi se estabelece enquanto fotógrafo na cidade de Ponta Grossa/Pr com sua recém-formada família. Nascido na Argentina, imigra para o Brasil no início do século XX, já na condição de fotógrafo, profissão. que aprendera durante o período passado no Exército” 5 . Fixa-se na Lapa (PR) e depois é contratado pela São Paulo Railway. Sua mudança para Ponta Grossa (PR) pode ser notada a partir de sua trajetória profissional. Primeiro são observados no jornal “O Progresso” (1910) os frequentes anúncios da loja de armarinhos “Bianchi & Thómmen” que tinha em parceria com sua esposa. Depois, verificam-se alguns pequenos anúncios neste mesmo jornal sobre o estabelecimento na Rua Fernandes Pinheiro, n. 8: “Chamados para qualquer ponto do Estado” (1912). Mas, é somente em dezembro de 1913 que o fotógrafo formaliza sua empresa na Rua XV de Novembro, num contexto de desenvolvimento e ampliação da cidade de Ponta Grossa que cresceu mais rapidamente desde a chegada da estrada de ferro de direção Mato Grosso – São Paulo. Segundo Chaves (2015, p. 2), a cidade era “beneficiada pela condição de entroncamento ferroviário, Ponta Grossa projetou-se como exemplo de urbanização no interior paranaense já na primeira década dos Novecentos”. A modernização e o “progresso”’ da cidade princesinha decorrem especialmente da exportação da erva-mate e de seu posicionamento enquanto entroncamento ferroviário, atraindo para a cidade um grande fluxo de pessoas em sua maioria imigrantes que veem na cidade oportunidade de estabelecimento...  percebe-se que o estúdio Foto Bianchi participava ativamente da sociedade contemporânea, sendo também um resultado do desenvolvimento da profissão de fotógrafo ligada especialmente aos imigrantes  . Inserido neste contexto Luís Bianchi que já contava com a prática da fotografia ao migrar da cidade da Lapa (PR) e casado com a imigrante suíça Maria Thómmen, transfere seu pequeno comércio para a Rua XV de Novembro, atendendo especificamente como estúdio fotográfico antes da construção de sua residência e ateliê na Rua Sete de Setembro em meados de 1940..."    
                          in "O CONTEXTO DE FORMAÇÃO DO ACERVO FOTO BIANCHI EM PONTA GROSSA/PR" (2001-2016) publicado na internet por  Jheniffer Batista de Alvarenga e Patricia Camera Varela, da Universidade Estadual de Ponta Grossa - UEPG elaborado durante o XV Encontro Regional de História, em 2016:  

                          Então vemos que essa foto de São Matheus do Sul, de 1909, data de um ano antes do estabelecimento do fotógrafo Luís Bianchi em Ponta Grossa.

                           Como gosto sempre de fazer, reparti a imagem em pedaços para que possam todos melhor usufruir dessa janela para o passado.
                            Bom proveito !


copyright 2016 Paulo Jose da Costa

autorizo o uso mediante citação do blog e autor da foto.
Para foto sem a marca de arquivo, a ser usada em livro ou revista,favor
escrever para paulodafigaro@hotmail.com


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                  A  FOTO E SEUS  DETALHES EM TAMANHO GRANDE





















30 novembro 2016

Perder um filho


Perder um filho é como ser jogado de repente num rio caudaloso e você precisa lutar com todas as forças para se manter à tona. Não vejo outra imagem a não ser a de uma folha pequenina na corrente de águas de tempestade,sendo carregada com força e brutalidade.. Essa corrente pode nos levar a um abismo, uma enorme cachoeira, o mergulho e a escuridão por fim. Mas essa força incontrolável pode nos conduzir a um lago lindo de mansidão e paz. É o que eu estou sentindo neste momento. Muita paz. Fui acordado por pássaros barulhentos que pareciam forçar a barra comigo tal a gritaria nesta linda manhã . Fiquei a pensar na cama e me dei conta que eu e Valéria recebemos esta provação e isso deve ter um sentido, um significado.l Devemos aceitar essa dor sem blasfemar, sem praguejar, com humildade, mas também tentando transformá-la em algo melhor;. Sempre acreditei que devemos tirar mesmo das coisas mais ruins alguma coisa para crescer. A Cecília deixou alguma coisa de muito bonito neste mundo, do qual não tínhamos a ideia da dimensão, e devemos tentar da forma possível manter viva essa chama. Pedir união e respeito entre si a todos os que lutam pelos animais é a primeira coisa que me ocorre nesta hora. Que todos se unam. Que o exemplo da Cecília, que não pensava em si mas apenas nos outros e nos animais, e todos sabem disso, seja o maior incentivo, o melhor exemplo para vocês se unirem e trabalharem juntos. Que haja mais abraços e olhares carinhosos entre vocês. Que formem uma corrente sem elos partidos. Que o egoismo, que é normal e humano, seja posto de lado em nome de algo bem maior. Que eventuais desavenças, que acontecem em qualquer campo da vida, sejam sempre resolvidas e tudo acabe sempre num abraço forte de carinho e sinceridade. Que as duas vereadoras eleitas pelas pessoas que se importam pelos animais (e vimos que são muitas) sejam iluminadas e se irmanem, trabalhem juntas e façam juntas o que é preciso fazer e que consigam juntas propor belas e lindas ideias e convencer os seus pares na Câmara Municipal sobre a importância do que é preciso que seja proposto. Que elas consigam se unir e trabalhar juntas, porque juntas serão muito mais fortes, poderão fazer muito mais, Que o espírito da Cecília os exemplos de seu caráter, seu desprendimento, seu desapego às coisas materiais, sua imensa vontade de ajudar possa iluminá-las nas duras tarefas que têm pela frente. Em meu nome e no de Valéria, Virgínia e Marília, agradecemos imensamente a todos que nos confortaram. A vida continua.  11.11.2016



06 outubro 2016

AS COLONIAS POLONESAS DO PARANÁ EM CARTÕES POSTAIS



                               Esta postagem pretende colocar à disposição de todos as imagens em postais das colonias polonesas paranaenses constantes de minha coleção particular.
                               Evidentemente não é uma coleção completa e por isso agradeço sinceramente a toda colaboração.
                               Podem usar à vontade, citando a fonte.  Quem desejar a imagem sem o selo de marcação para algum livro pode me solicitar que a enviarei com prazer, bastando escrever para paulodafigaro@hotmail.com
                                 



(C)2016 Paulo José da Costa

CLICANDO NA IMAGEM POR DUAS VEZES 
VOCÊ A VERÁ AUMENTADA    




                                                          RIO CLARO - ATUAL MALLET -  (1910 mm)






































































                                       COLONIA ABRANCHES, EM CURITIBA 





detalhe da próxima fotografia








                                                     COLONIA LAMENHA



DETALHE DA PRÓXIMA FOTO









                                           COLONIA ORLEANS  CURITIBA




















                                   AGUA BRANCA - SÃO MATEUS DO SUL PR 




                       

                                                           CASTRO PR











                                            LUGAR NÃO IDENTIFICADO







DETALHE


                                                                    CONTINUARÁ